A cultura sustentável da Fruki

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A história da Fruki registra condutas sustentáveis desde a sua fundação. Segundo Aline Eggers Bagatini, diretora-presidente da empresa de Lajeado, a empresa desenvolve projetos na área e ações de governança e de apoio ao meio ambiente há praticamente 97 anos, desde que foi fundada. “São práticas que contribuem para a longevidade da empresa”, explica Aline.

Em outra frente, recentemente, a companhia adquiriu três caminhões elétricos, ato que demonstra uma preocupação crescente com ESG e sustentabilidade. O objetivo é que o projeto de logística verde chegue a 30% da frota. 

A água da chuva, por exemplo, é recolhida pela Fruki há muitos anos e utilizada em fins menos nobres – como em torres de resfriamento e para molhar o jardim. Em indústrias de bebidas, para cada litro produzido, é utilizado, em média, 1,5 litro de água. O consumo extra deve-se, entre outros fatores, à lavagem de garrafas, máquinas e equipamentos.

Em 2005, a Fruki comprometeu-se a diminuir seu uso de água, na época de 1,8 litro. Atualmente, a empresa alcançou a média de 1,4 litro. “Se tivéssemos permanecido com a média antiga, hoje estaríamos gastando até 30% a mais de água”, calcula. Outro dado positivo é o encaminhamento para a reciclagem de 98,7% dos resíduos gerados pela empresa. O 1,3% restante é formado por resíduos não-recicláveis ou contaminados. “Se cada empresa contribuísse um pouco, nosso planeta agradeceria muito”, considera Aline.

FRUKI EM SC

Após a inauguração de um centro de distribuição em Santa Catarina em 2019, o estado já representa 10% do faturamento da empresa – e o plano é construir outro CD na região ainda em 2021. “Aqui no Rio Grande do Sul temos muita oportunidade, mas Santa Catarina é só oportunidade”, explica Aline.

A venda das bebidas Fruki é feita para grandes redes em Santa Catarina, o que acabou compensando as dificuldades encontradas na terra natal. Por atuarem em segmentos que sofreram durante o surto de Covid-19, como bares, restaurantes e eventos, a empresa acabou sendo impactada. Ainda assim, o faturamento do ano passado para cá avançou 20% – e tudo indica que o ritmo continuará acelerando ainda mais até 2022. “Uma vez que a população for vacinada, tem muita coisa boa para acontecer, eventos e festas que foram cancelados. As pessoas vão querer tirar o atraso”, torce.

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