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Estiagem castiga produção de maçãs na Serra

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A estiagem prolongada vai afetar a safra da maçã no Sul do Brasil. A falta de chuva, segundo produtores, está interferindo na qualidade das plantas e por consequência na formação dos frutos. A Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM) prevê uma quebra de pelo menos 11% na cultivar gala.

O diretor executivo da ABPM, Moisés Lopes de Albuquerque, afirma que mesmo faltando alguns dias para o início oficial da colheita, é possível afirmar que a seca já afetou a produção de maçã nos três estados do Sul. “Se não vier um bom volume de chuva e se o comportamento da planta não for bom caso essa chuva ocorra nos próximos dias, essa quebra será bem maior”, disse Albuquerque, em entrevista à Rádio Fraiburgo.

Já na serra catarinense, região que mais produz maçã no Estado, os prejuízos são ainda maiores. O pesquisador José Luiz Petri, especialista em fruticultura de clima temperado, afirma que o solo da região é mais raso e pedregoso, e com isso as plantas sofrem mais com a falta de água.

“Na Serra o problema vem se agravando. Alguns pomares estão com queda de folhas e frutos, maçãs murchas e de pequeno tamanho. Tem até algumas árvores que não vão resistir e morrer”, analisa.

Nas demais regiões os danos são um pouco menores, mas também significam prejuízo aos produtores. “A cultura da maçã depende muito da produtividade e do tamanho das frutas que são as que realmente o mercado valoriza. E com a falta de chuva os frutos desenvolvem menos”, acrescenta Petri.

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Presidente Executivo

Alexandre Simioni

À frente do Grupo Passarela, uma das maiores redes supermercadistas de Santa Catarina e entre as 50 do Brasil, Alexandre Simioni lidera um time de mais de 3 mil colaboradores em 21 lojas distribuídas por 17 cidades no estado de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A missão é transformar a experiência de compras, oferecendo qualidade, preço justo e inovação.

Sua trajetória profissional combina uma formação em Administração de Empresas com especializações no segmento supermercadista, garantindo uma visão estratégica e operacional para enfrentar os desafios desse setor dinâmico.

Atualmente, além de presidir o Grupo Passarela, é presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats) para o biênio 2025/26 e atua como conselheiro na Associação Brasileira de Supermercados (Abras), contribuindo ativamente para o avanço e fortalecimento do setor.

Acredita no poder da inovação, na força das pessoas e na importância do varejo para o desenvolvimento econômico.

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Paulo Cesar Lopes

Presidente do Grupo TOP, com mais de 40 anos dedicados ao desenvolvimento do varejo supermercadista, Paulo Cesar Lopes é bacharel em Administração de Empresas pela FURB (Universidade de Blumenau), com MBA em Gestão Empresarial pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Além de CEO do GTOP, é Presidente do Conselho Diretor da Acats, Vice-presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e Presidente da SINGAVALE (Sindicato dos Supermercados do Vale do Itajaí).

Participa de eventos e congressos nacionais e internacionais, realiza visitas técnicas em supermercados modelos no mundo inteiro para identificar tendências, novidades e oportunidades de negócio.

Se dedica ainda a relações institucionais com o Poder Público para encontrar soluções e traçar planos direcionados ao desenvolvimento do varejo supermercadista no Brasil.

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